domingo, 3 de janeiro de 2010

A piscina e a cruz



Um de meus amigos ia toda quinta-feira à noite a uma piscina coberta.

Ele sempre via ali um homem que lhe chamava a atenção: ele tinha o costume de correr ate a água e molhar só o dedão do pé. Depois subia no trampolim mais alto e com um esplêndido salto mergulhava na água. Não era de estranhar, pois, que mau amigo ficasse intrigado com esse costume de molhar o dedão antes de saltar na água.

Um dia tomou coragem e perguntou-lhe a razão daquele habito. O homem sorriu e respondeu: “Sim, eu tenho um motivo para fazer isso. Há alguns anos, eu era professor de natação de um grupo de homens. Meu trabalho era ensiná-los a nadar e saltar de trampolim. Certa noite não conseguia dormir e fui a piscina para nadar um pouco, sendo professor de natação, eu tinha uma chave para entrar no clube.

Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar. A luz de lua brilhava através do teto de vidro. Quando estava sobre o trampolim, vi minha sombra na parede em frente. Com os braços abertos, minha silhueta formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela imagem.

O professor de natação continuou: Nesse momento, pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era cristão, mas quando criança aprendi um cântico cujas as palavras me vieram a mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por maio de seu precioso sangue.

Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços estendidos e nem compreendo por que não pulei na água. Finalmente voltei, desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso... na noite anterior haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido!

Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado, seria o meu ultimo salto. Naquela noite, a imagem da cruz na parede salvou minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus – que por me amar permitiu que eu continuasse vivo – que me ajoelhei na beira da piscina. Tomei consciência de que não somente a minha vida física, mas minha alma também precisava ser salva. Para que isso acontecesse, foi necessária outra cruz, aquela qual Jesus morreu para nos salvar. Ele me salvou quando confessei os meus pecados e me entreguei a Ele.

Naquela noite fui salvo duas vezes, física e espiritualmente. Agora tenho um corpo sadio, porem o mais importante é que sou eternamente salvo. Talvez agora você compreenda porque eu molho o dedão antes de saltar na água.”



Jesus Ama você!!

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