sábado, 27 de novembro de 2010

O FARISEU E O PUBLICANO

Um estava em pé, o outro prostrado.

Um tinha olhar altivo, o outro não erguia os olhos.

Um estufava o peito, o outro batia no peito.

Um se exaltava, o outro se humilhava.

Um mentia, o outro falava a verdade.

Um confiava em si mesmo, o outro confiava em Deus.

Um quis sentar-se no primeiro lugar, o outro sentou no último.

Um quis se salvar a si mesmo, o outro quis que Deus o salvasse.

Um quis reconhecimento, o outro quis perdão.

Um amou a si mesmo, o outro amou a Deus.

Um chamou Deus de mentiroso, o outro confirmou que Ele era verdadeiro.

Um foi soberbo, o outro foi humilde.

Um ofereceu sacrificios, o outro um coração contrito e quebrantado.

Um se achou melhor que todos, o outro se achou pior que todos.

Um se colocou acima, o outro se colocou abaixo.

Um queria permanecer igual, o outro queria mudar.

Um se achou bom, o outro foi convencido de pecado.

Um desceu condenado, o outro justificado.



 E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano.

 O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: O Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.

 O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: O Deus, tem misericórdia de mim, pecador!

Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.

Lucas 18:9 ao 14

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