segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

...Assim como Nós Temos Perdoado aos Nossos Devedores – R. C. Sproul

Visto que o homem é salvo pela graça, qual melhor evidência poderia haver da salvação de um ser humano do que quando ele oferece aos outros a graça que ele mesmo recebeu com tanta generosidade? Se essa graça não é aparente em nossas vidas, podemos questionar de maneira válida a genuinidade de nossa própria alegada conversão.

Devemos levar Deus a sério quanto a este ponto. Em Mateus 18.23-35, Jesus contou a história de dois homens que deviam dinheiro. Um deles devia aproximadamente dez milhões de reais, e o outro devia cerca de dezoito reais. Aquele que devia os dez milhões de reais teve a sua dívida perdoada pelo homem a quem devia o dinheiro. Mas o devedor, por sua vez, não quis perdoar o homem que lhe devia a soma ridícula de dezoito reais. E bastante interessante que ambos os homens pediram a mesma coisa - mais tempo - e não o perdão da dívida total.

Foi cômico o indivíduo que devia a quantia exorbitantemente elevada pedir mais tempo para pagar a sua dívida, visto que até mesmo pelos padrões de salários atuais, a quantia que ele devia perfazia uma figura astronômica. 0 salário diário da época era, aproximadamente, dezoito centavos por dia. 0 homem com a pequena dívida poderia ter pago a sua dívida em três meses. Seu pedido por mais tempo não foi descabido, mas seu credor, em lugar de expressar o mesmo perdão que já tinha recebido, começou a apertá-lo. 0 ponto deve estar claro. Nossas ofensas que outras pessoas cometem contra nós são como uma dívida de dezoito reais, ao passo que as inúmeras ofensas que temos cometido contra o Senhor Deus onipotente são como a dívida de dez milhões de reais.

Jonathan Edwards, em seu famoso sermão, intitulado "A Justiça de Deus na Condenação dos Pecadores", disse que qualquer pecado é mais ou menos hediondo, dependendo da honra e da majestade daquele a quem tivermos ofendido. Visto que Deus é dotado de honra infinita, majestade infinita e santidade infinita, o pecado mais leve tem uma consequência infinita. Pecados aparentemente triviais são nada menos do que "traição cósmica" quando vistos à luz do grande Rei contra quem temos cometido nossos pecados. E assim, tornamo-nos devedores que não podem pagar, e, no entanto, temos sido liberados da ameaça da prisão merecida pelos devedores. É um insulto contra Deus retermos o perdão e a graça daqueles que os solicitarem a nós, ao mesmo tempo em que reivindicamos ter sido perdoados e salvos por meio da graça divina.

Há um outro ponto importante a considerarmos aqui. Até mesmo em nossos atos de perdão, não temos qualquer mérito. Não podemos exigir o perdão meramente por que temos demonstrado perdão para alguma outra pessoa. 0 perdão que dermos a alguém não obriga Deus a abençoar-nos. O trecho de Lucas 17.10 claramente salienta que não há qualquer mérito mesmo em nossas melhores boas obras: "Assim tam¬bém vós, depois de haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devíamos fazer".

Nada merecemos pela nossa obediência, porquanto a obediência - mesmo que chegássemos à perfeição - é o requerimento mínimo para alguém ser um cidadão do reino de Deus. A obediência é o nosso dever. A única coisa que poderíamos reivindicar seria a ausência de punição, mas certamente não mereceríamos nenhuma recompensa, por termos feito somente aquilo que era esperado de nossa parte. A obediência nunca qualifica como serviço "acima e além da chamada para o dever". Estamos meramente em uma posição de nos prostrarmos diante de Deus e implorar pelo Seu perdão. Mas, se assim tiver de acontecer, devemos estar preparados para mostrar que sabemos perdoar; de outro modo, nossa posição em Cristo se inclinará na direção do tombamento de modo precário. A linha de conclusão daquilo que Jesus estava dizendo é esta: "As pessoas perdoadas perdoam outras pessoas". Não ousaremos reivindicar-nos possuidores da vida de Cristo e de Sua natureza, ao mesmo tempo em que falharmos de exibir essa vida e essa natureza.

Levando mais adiante ainda esse pensamento. Se Deus perdoou a alguém, poderíamos nós fazer menos do que perdoar? Seria incrível pensarmos que nós, que somos tão culpados, nos recusaríamos a perdoar alguém que foi perdoado por Deus, e que, portanto, é completamente inocente. Devemos ser espelhos da graça para outros, refletindo aquilo que nós mesmos temos recebido. Isso implementa a Regra Áurea em termos práticos.

O perdão não é uma questão particular, mas uma questão coletiva. O corpo de Cristo é um grupo de pessoas que vivem diariamente no contexto do perdão. O que nos distingue é o fato que somos pecadores perdoados. Jesus chamou a nossa atenção não somente para os elementos horizontais existentes nessa petição, mas também os elementos verticais. Devemos orar todos os dias pelo perdão de nossos pecados.

Alguém poderia indagar neste ponto: "Se Deus já nos perdoou, por qual razão deveríamos pedir perdão? Não é errado pedir por algo que Ele já nos deu?" A resposta final a perguntas semelhantes a essa será sempre a mesma. Fazemos assim por causa dos mandamentos de Deus.

1 João 1.9 salienta que uma das características do crente é o seu contínuo pedido de perdão. O tempo verbal, no original grego, indica um processo em andamento. O perdão separa o crente como uma criatura diferente das demais. O incrédulo tenta esconder a sua pecaminosidade, mas o crente é sensível para com sua falta de valia. A confissão toma uma porção significativa de seu tempo de oração.

Pessoalmente penso ser um tanto assustador pedir perdão a Deus, na mesma extensão em que temos perdoado a nossos semelhantes. É quase como pedir justiça da parte de Deus. Costumo advertir meus alunos: "Não peçam justiça da parte de Deus. Vocês poderão obtê-la". Se Deus, de fato, me perdoasse na exata proporção em que me disponho a perdoar outras pessoas, tenho medo de que estarei em profunda dificuldade.
0 mandato para perdoarmos a outras pessoas, conforme temos sido perdoados, aplica-se também à questão do auto-perdão. Quando confessamos nossos pecados a Deus, contamos então com a Sua promessa de que Ele nos perdoará. Infelizmente, nem sempre acreditamos nessa promessa. A confissão requer humildade em dois níveis. 0 primeiro nível é a admissão real de culpa; o segundo nível é a aceitação humilde do perdão.

Um homem perturbado diante do problema do senso de culpa, veio a mim certo dia e disse: "Já pedi de Deus que me perdoasse desse pecado por muitas e muitas vezes, mas ainda me sinto culpado. Que poderei fazer?" Essa situação não envolvia a múltipla repetição do mesmo pecado, mas a múltipla confissão de um pecado cometido por uma só vez.

Repliquei: "Você deve orar de novo e pedir que Deus lhe perdoe". Um olhar de impaciência frustrada se estampou em seus olhos. "Mas eu já fiz isso!" exclamou ele. "Tenho pedido que Deus me perdoe, por muitas e muitas vezes. Que bem me fará se eu Lhe pedir isso de novo?"

Em minha resposta apliquei a força firme e proverbial do cacete na cabeça da mula: "Não estou sugerindo que você peça a Deus que lhe perdoe por esse pecado. Estou sugerindo que você busque perdão por sua arrogância".

O homem ficou incrédulo. "Arrogância? Que arrogância? 0 homem estava supondo que suas repetidas solicitações eram uma prova positiva de sua humildade. Ele estaria tão contrito diante de seu pecado que sentia que tinha que arrepender-se do mesmo para sempre. Seu pecado era grande demais para ser perdoado por uma única dose de arrependimento. Que outros se satisfizessem com a graça divina. Quanto a ele, ele haveria de sofrer por seu pecado, sem importar quão gracioso Deus se mostrasse. O orgulho tinha fixado uma barreira na aceitação daquele homem do perdão de Deus. Quando Deus nos promete dar o perdão, insultamos a integridade do Senhor quando nos recusamos a aceitar o Seu perdão. Perdoar a nós mesmos depois que Deus nos perdoou é um dever, bem como um privilégio.

José

José


domingo, 30 de janeiro de 2011

O Sofrimento deve ser Valorizado – J. I. Packer




Este pensamento lhe perturba? Não deveria. O mundo não vê nenhum valor no sofrimento. Também não tem nenhuma razão para ver. Mas os cristãos estão em uma posição diferente, pois a Bíblia lhes garante que Deus santifica o seu sofrimento e produz, ao final, um resultado bom. Não devemos nem mesmo fingir mostrar, em uma exibição de orgulho estóico, que não sentimos nenhuma dor ou angústia. Por outro lado, não devemos passar o nosso precioso tempo discorrendo sobre como sofremos, porque isto seria uma autocomiseração pecaminosa. Em qualquer dos casos, existem coisas mais importantes a serem feitas. Nossa tarefa é suportar o sofrimento, não como se fosse algo prazeroso, pois não o é, mas com o entendimento de que Deus não deixará que ele nos massacre e que o usará, sobrenaturalmente, para produzir, pelo menos, três bons resultados.

1. Nosso Sofrimento Produz Caráter. Deus faz com que as nossas feridas sejam um instrumento para nossa transformação moral, nos assemelhando à imagem do nosso Salvador. "E não somente isto, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança" (Rm 5.3,4; Tg 1.2-4). A maneira como isto acontece é explicada em Hebreus 12.5-11, conforme já vimos anteriormente. O escritor, tendo conclamado os seus leitores para que corram a corrida da vida com os olhos fixos em Jesus, sem dar nenhum espaço para o pecado, segue dizendo-lhes que suas dores e aflições são o treinamento moral aplicado pelo Pai celestial, infligidos, não como resultado de uma indiferença brutal, mas para conduzi-los a um estágio de vida santa. "É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como a filhos); pois que filho há que o pai não corrige? (...) Pois eles nos corrigiam por pouco tempo, segundo melhor lhes parecia; Deus, porém nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade. Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça" (Hb 12.7,10,11). As cicatrizes ligam-se à santidade. A dor tem um efeito educacional.

Dor educacional? Isto soa muito brutal! Mas ela é algo muito real! "Que filho há que o pai não corrige?" Pais que realmente amam seus filhos gastam tempo em sua disciplina, quando jovens, para que possam, um dia, ser adultos que irão deixá-los orgulhosos. Esta é a pura verdade. Qual é a alternativa? "Se estais sem correção (...) sois bastardos e não filhos" (Hb 12.8). O cenário triste, no qual o pai biológico não assume a responsabilidade pelo bem-estar de seus filhos ilegítimos (e dos legítimos também, em alguns casos), era tão familiar no mundo antigo quanto o é no inundo atual. O fato é que, sem a santidade que vem por meio da disciplina de Deus, "ninguém verá o Senhor" (Hb 12.14). Mas se Deus está usando o problema para nos treinar na área da retidão, aqui e agora, isto mostra que ele está nos preparando para uma eternidade de alegria com o nosso Senhor Jesus Cristo sentado à sua destra. É assim que o nosso Santo Pai, no céu, trabalha para o nosso bem.

A educação divina, que estamos discutindo agora, tem dois lados. O primeiro foi expressado por George Whitefield, o famoso evangelista do século 18 que falou do nosso bondoso Senhor colocando espinhos em nossas camas para evitar que, como aconteceu com os discípulos no Getsêmani, não sejamos achados dormindo, quando deveríamos estar vigiando e orando. Assim como o desconforto corporal nos mantém acordados fisicamente, a ausência de situações confortáveis e contentes nos manterão espiritualmente alertas.

O segundo lado é revelado pela palavra dada por Jesus a cada um que queira ser seu discípulo, quando disse: "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me" (Lc 9.23; cf. 14.27). As únicas pessoas, nos dias de Jesus, que carregavam suas próprias cruzes eram os marginais, escravos ou não-judeus, condenados a levá-las até o lugar de sua crucificação. Eles eram pessoas que tinham perdido os seus direitos civis e a quem a sociedade havia declarado que os preferia ver mortos, cujo sofrimento iminente e devemos nos lembrar que a crucificação era a forma mais cruel de execução -não motivaria ninguém a fazer nada por eles. Jesus, ao final de sua vida, literalmente, juntou-se a esta categoria. Mas o que ele estava dizendo, nas palavras mencionadas anteriormente, era que, moralmente, já se encontrava crucificado, pela atitude negativa do povo em relação a ele. Os seus seguidores, então, precisam também, claramente, aceitar tal atitude negativa da comunidade ao seu redor, pois isto é o que acontecerá se eles forem leais ao Senhor.

Este é o significado real do "negar-se a si mesmo" - não um simples retorno à alguma forma de comodismo privado, mas uma submissão total do desejo natural de ter um bom status, aceitação e respeito. Implica em estar preparado para ser rejeitado como alguém sem valor e dispensável e destituído dos seus próprios direitos.

Schmidt, corretamente, enfatiza este ponto:

Em sua primeira epístola, Pedro escreve: "Se quando praticais o bem, sois igualmente afligidos e o suportais com paciência, isto é grato a Deus" (IPe 2.20). Ele começa o versículo seguinte, dizendo: "Porquanto, para isto mesmo fostes chamados" (IPe 2.21), e segue descrevendo o exemplo de Cristo. O sofrimento construtivo, ou a dor educacional, é essencial em uma vida de fé. O apóstolo Paulo também expressa esta mesma idéia. Em Romanos 8.17, ele faz do sofrimento uma condição da herança eterna, chamando os cristãos de "co-herdeiros com Cristo". Se, de fato, "com ele sofrermos, também com ele seremos glorificados". Em Filipenses 1.29, Paulo escreve que "vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo, e não somente de crerdes nele".

O sofrimento é, então, visto como uma vocação que nos prepara para a glória com Cristo ao nos aproximar da santidade de ser como Cristo, em nossa reação à nossa experiência de querer o que não temos, enquanto tendo o que não queremos.

A palavra grega traduzida por "experiência", em nossa tradução Revista e Atualizada, é dokime, que, muitas outras versões, traduzem por "caráter". Estritamente falando, este termo expressa o pensamento complexo de uma qualidade provada, reconhecida e aprovada como tal, por uma pessoa ou grupo interessado - neste caso, o próprio Deus. A razão pela qual dokime traz esperança (confiança de que a alegria e a glória com Cristo serão a nossa herança final) não é a de

que as pessoas que permaneceram firmes, ao longo dos momentos de abundância e de penúria, podem, agora, expressar votos de confiança nelas mesmas, mas que o Deus, a quem elas servem, gera dentro delas uma convicção de que, pela força dele, elas foram aprovadas nos testes que ele mesmo impôs. Sua paciência, ao mostrarem lealdade a ele, mesmo diante da pressão que passaram, foi, na verdade um dom de Deus para elas, e isto as deixou mais fortes do que nunca. Os cristãos que têm passado por tempos difíceis por causa do Senhor são produtos testados, de qualidade comprovada. Dokime indica este estado de experiência triunfante, com o selo da aprovação divina estampado sobre eles.

Paulo diz que dokime produz esperança. Nosso entendimento da glória da vida por vir é aprimorado e nosso desejo por ela é intensificado, em ambos os casos, como uma derivação espontânea do conhecimento da aprovação divina e como um fruto direto do entendimento de que a agonia tem, de fato, aumentado a nossa capacidade de nos alegrar na glória final, quando ela acontecer. Paulo é bastante claro a respeito disto, em 2 Coríntios 4.17,18, quando, falando a partir de suas experiências de ter a vida posta em risco (1.8-10), ele diz, não com ironia, mas expressando sua honesta avaliação retrospectiva: "Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas cousas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas". Naturalmente, não é o pensamento de Paulo, que o sofrimento conduz à glória, no sentido de que o trabalho gera o salário; nem que cria a glória, no sentido de que o escultor cria a estátua. A sua intenção é deixar claro que, da mesma maneira que uma pessoa, após ter passado por enfermidades e dor, aprecia muito mais a saúde do corpo, o sofrimento nos deixa mais preparados do que estávamos antes para apreciar a glória que há de vir. O texto de Romanos 8 contém uma avaliação e testemunho semelhantes: "Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós (...) E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo (...) Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos". Como parte integral na formação do caráter cristão, que o fogo do sofrimento aprimora, está a profunda paixão pela alegre esperança e esperançosa alegria.

Esta paixão, que podemos ver fortemente presente, tanto em Cristo quanto em Paulo, também achava-se presente em Moisés. "Pela fé, Moisés, quando já homem feito, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado; porquanto considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão (Hb 11.24-26, grifo meu). Deixemos Moisés ser um exemplo de vida para nós em termos da nossa esperança de descobrir, como Paulo disse, que, como a ausência faz aumentar a paixão do coração, assim também a pressão faz a esperança mais luminosa. Quando os cristãos perseveram, mesmo diante dos sofrimentos, no poder do Espírito Santo, o resultado normal é a esperança ainda mais radiante.
http://www.josemarbessa.com

A Ti

Eis-me aqui
Seguro em tua forte mão
Firme na promessa
Escrita em meu ser
Eu sou teu
Completamente entregue a ti
Sou parte da família
Teu filho eu
Sei que sou
E assim
Sei que pertenço a ti
Tudo enfim,
Eu sei que encontro em ti
Quero ver
E a cada dia mais te conhecer
Minhas mãos, eu levantarei, cantarei
Canções de louvor ao rei
Sabes bem, todo o meu ser quer te amar senhor
Eu pertenço a ti



quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Rude Cruz

Rude Cruz se erigiu dela o dia fugiu
Como emblema de vergonha e dor
Ao olhar eu pra cruz
Nela vejo Jesus
Sim morrendo por mim pecador

Sim eu amo a mensagem da cruz
Até morrer eu a vou proclamar
Levarei eu também minha cruz
Até por uma coroa trocar

Desde a Glória dos céus
O cordeiro de Deus
Ao calvário humilhante baixou
Deus na cruz mostra a mim
Graça e amor sem fim
O seu plano ali revelou

Sim eu amo a mensagem da cruz
Até morrer eu a vou proclamar
Levarei eu também minha cruz
Até por uma coroa trocar

No madeiro sofreu
E por mim padeceu meu Senhor
Para dar-me o perdão
Eu me alegro em Jesus
Dele vem graça e luz
Para minha santificação

Sim eu amo a mensagem da cruz
Até morrer eu a vou proclamar
Levarei eu também minha cruz
Até por uma coroa trocar

E eu aqui com Jesus,
A tragédia da cruz
Quero sempre sentir e sofrer;
Cristo vem me buscar, e com Ele , no lar,
Eu a glória do céu hei de ter

Sim eu amo a mensagem da cruz
Até morrer eu a vou proclamar
Levarei eu também minha cruz
Até por uma coroa trocar

Levarei eu também minha cruz
Até por uma coroa
trocar

Eu aqui com Jesus
A vergonha da cruz
Quero semmpre levar e sofrer
Cristo vem me buscar
E com, Ele no lar
Uma parte da glória hei de ter




Águas Que Curam

Preciso de Ti
És o ar que eu respiro
Eu preciso de Ti
Vem escuta as batidas do meu coração
Chamando pelo Teu nome
Senhor Jesus
Preciso de Ti, sou criança de colo
Não me deixes cair, da Tua Santa presença
Não me deixes sair
Apascenta meu coração
Como o pai se deleita
Nos seus filhos
Tu me amas
Senhor Tu me amas
Guia-me mansamente
As águas que curam, que restauram
Águas tranqüilas, que descem do Trono
Águas tranqüilas, que fluem dos Teus Rios
Jesus, Jesus, Jesus, Jesus.




quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Hino de Gratidão

Graças te dou por tudo que me deste,
Primeiro a salvação em meu Jesus.
Graças te dou por tudo que fizeste
Por este pecador salvo na cruz!


Graças, graças, mil graças
A ti, meu Salvador
Graças, graças, mil graças por teu precioso amor!


Eu te agradeço a bênção do trabalho
E do meu lar, que alegra o meu viver;
A correção paterna, quando falho,
Provando o teu amor pelo meu ser.


Eu te agradeço o pão de cada dia,
A água que alivia a sede dura
E o sol que aquece a pobre gente fria:
São bênçãos que enchem a terra de fartura.


Eu te agradeço, ó Pai, os meus amigos,
E os inimigos também te agradeço.
Sou grato por vitórias em perigos
E outras bênçãos que eu não mereço.
Amém.






Majestoso

Me faltam palavras pra expressar o meu amor por Ti, Senhor
Me sobram experiências que expressam seu amor por mim, Senhor
Levaste o meu fardo, me perdoando
Seu amor me alcançou, sigo te buscando


Majestoso, Poderoso, Deus Eterno, Pai Bondoso
Incomparável, Maravilhoso Tu És


Pra onde eu irei, pois só Tu tens palavras de vida eterna
Tu sondas meu coração e os teus olhos estão sobre toda a Terra


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Your Love Never Fails



Nothing can separate
Even if I ran away
Your love never fails!
I know I still make mistakes,
But You have new mercy for me everyday
Your love never fails!


You stay the same through the ages
Your love never changes
There may be pain in the night
But joy comes in the morning
And when the oceans rage
I don’t have to be afraid
Because I know that you love me...
Your love never fails!


‘The Wind is strong and the water's deep, but.
I'm not alone here in these open seas
‘Cause your love never fails
The chasm was far too wide
I never thought I'd reach the other side
‘But your love never fails


You make all things, 
work together for my good!


Seu Amor Nunca Falha

Nada pode separar
Mesmo que eu fuja
Seu amor nunca falha
Sei que ainda cometo erros
Mas suas misericordias se renovam a cada dia
Seu amor nunca falha

Tu és o mesmo de ontem
Seu amor nunca muda
A dor pode durar uma noite
Mas a alegria vem pela manhã
E quando o mar se enfurecer
Eu não tenho que ter medo
Porque eu sei que Tu me amas
Seu amor nunca falha

O vento é forte e as águas são profundas
Mas não estou sozinho nesse mar aberto
Porque seu amor nunca falha
A fenda era muito grande
Nunca pensei que chegaria do outro lado
Mas seu amor nunca falha

Tu fazes todas as coisas 
trabalharem a meu favor




John Piper - O Tesouro do Evangelho



SUPERBIA






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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O Meu Querer





Cada vez que eu abrir a minha boca
Cada vez que eu olhar na direção de alguém
Cada vez que, passo a passo, 
eu chegar em algum lugar
Seja a tua voz, sejam teus olhos, 
sejam os teus pés


Cada vez que eu tocar num rosto em pranto
Cada vez que eu fizer o que já não se faz
Cada vez que, em silêncio, eu doar a outra face
Sejam Tuas mãos, seja Tua graça e o teu amor


Eu quero te servir, eu quero te obedecer
Viver tua vontade, refletir tua verdade
Te honrar com minha vida, em tudo te adorar
Mestre, amigo, amado Jesus
Esse é o meu querer.

Cada vez que eu tocar num ombro amigo
Cada vez que eu fizer o que já não se faz
Cada vez que, em silêncio, eu doar a outra face
Serei tuas mãos, venha tua graça e o teu amor.





Salmos 145





Eu te exaltarei, meu Deus e meu rei;
bendirei o teu nome para todo o sempre!

Todos os dias te bendirei e louvarei o teu nome
para todo o sempre!

Grande é o Senhor e digno de ser louvado;
sua grandeza não tem limites.

Uma geração contará à outra a grandiosidade
dos teus feitos;eles anunciarão os teus atos poderosos.

Proclamarão o glorioso esplendor da tua majestade,
e meditarei nas maravilhas que fazes.

Anunciarão o poder dos teus feitos temíveis,
e eu falarei das tuas grandes obras.

Comemorarão a tua imensa bondade
e celebrarão a tua justiça.
O Senhor é misericordioso e compassivo,
paciente e transbordante de amor.

O Senhor é bom para todos;
a sua compaixão alcança todas as suas criaturas.

Rendam-te graças todas as tuas criaturas,
Senhor; e os teus fiéis te bendigam.
Eles anunciarão a glória do teu reino e falarão do teu poder,

para que todos saibam dos teus feitos poderosos
e do glorioso esplendor do teu reino.

O teu reino é reino eterno,
e o teu domínio permanece de geração em geração.
O Senhor é fiel em todas as suas promessas
e é bondoso em tudo o que faz.

O Senhor ampara todos os que caem
e levanta todos os que estão prostrados.

Os olhos de todos estão voltados para ti,
e tu lhes dás o alimento no devido tempo.

Abres a tua mão e satisfazes os desejos
de todos os seres vivos.


O Senhor é justo em todos os seus caminhos
e é bondoso em tudo o que faz.

O Senhor está perto de todos os que o invocam,
de todos os que o invocam com sinceridade.

Realiza os desejos daqueles que o temem;
ouve-os gritar por socorro e os salva.

O Senhor cuida de todos os que o amam,
mas a todos os ímpios destruirá.

Com meus lábios louvarei ao Senhor.
Que todo ser vivo bendiga o seu santo nome
para todo o sempre!