quarta-feira, 29 de junho de 2011

Todas as Vezes



Todas as vezes que eu ouço a tua voz
No silencio do meu coração
Sinto tanta paz, sinto tanta certeza
Do teu grande amor por mim Senhor

É impossível pra alguém que provou o teu amor
E depois deixou, sim é impossível pra este alguém
Encontrar um amor maior que o de Jesus

Não vale a pena tentar
Não é possível encontrar
Um amor maior que o teu

É como correr atrás do vento
É como querer conter a fúria do oceano
É impossível
É como querer chorar sem dor
É como não sentir saudade
Em tudo aquilo que ficou
É impossível não te amar Deus




Conhece-te a ti mesmo – Lloyd-Jones




Todos concordamos em que devemos examinar-nos a nós mesmos, mas também concordamos em que a introspecçâo e a morbidez são ruins. Mas, qual a diferença entre examinar-nos a nós mesmos e nos tornarmos introspectivos? Entendo que cruzamos a fronteira entre o auto-exame e a introspecção quando, em certo sentido, nada mais fazemos senão examinar-nos, e quando esse auto-exame se torna o fim -dominante e principal da nossa vida. É de esperar que periodicamente procedamos a um exame de nós mesmos; mas se o fazemos sempre, sempre pondo, por assim dizer, nossa alma em um recipiente para dissecá-la, isto é introspecção. E se passamos o tempo todo falando aos outros de nós e de nossos problemas e inquietações, e se vamos toda a vida a eles com uma carranca, dizendo: «Estou com um grande problema», isso bem pode significar que ficamos o tempo todo centralizados em nós mesmos. Isso é introspecção e, por sua vez, leva-nos à condição conhecida como morbidez

Eis aqui, pois, o ponto de que devemos partir. Conhecemo-nos a nós mesmos? Conhecemos o perigo específico de cada um de nós? Sabemos bem a que estamos especialmente sujeitos? A Bíblia está repleta de ensinamentos sobre isso. A Bíblia nos exorta a que sejamos cuidadosos quanto à nossa força e à nossa fraqueza. Pensemos, por exemplo, em Moisés. É-nos dito que ele era o homem mais manso que o mundo já conhecera; e contudo. . . seu grande fracasso teve ligação precisamente com esse tema. Afirmou sua própria vontade e se zangou. Temos que vigiar nosso ponto forte, e temos que vigiar nosso ponto fraco. . . Se sou naturalmente introvertido, tenho que tomar cuidado com isso, e devo alertar-me a mim mesmo, não seja o caso de que inconscientemente venha a deslizar para a condição de morbidez.

O extrovertido deve, do mesmo modo, conhecer-se e estar vigilante contra a tentação peculiar à sua natureza. Alguns, por sua natureza e tipo de personalidade que os caracterizam, são mais dados a esta . . .depressão espiritual do que outros. Pertencemos ao mesmo grupo de Jeremias, João Batista, Paulo, Lutero e muitos outros. Grandiosa companhia! Sim. . . mas você não pode fazer parte dela sem estar sujeito a essa exata provação.

Spiritual Depression, p. 17,18.

Meu Pai Sabe - M. Lloyd-Jones



Nosso Senhor diz: «Pai nosso que estás nos céus»; e o apóstolo Paulo diz: «O Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo» . . . E de vital importância, quando oramos a Deus e O chamamos Pai nosso, que nos lembremos. . . da Sua grandeza e majestade, e do Seu poder absoluto. . . que recordemos que Ele sabe tudo a nosso respeito. Diz a Escritura: «Todas as cousas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas». . . 

Não é de admirar que, quando escreveu o Salmo 51, Davi dissesse, na angústia do seu coração: «Eis que te comprazes na verdade no íntimo». Se você quer ser abençoado por Deus, terá que ser absolutamente honesto, terá que aperceber-se de que Ele sabe todas as coisas, e que não há nada escondido dEle. . . como o sábio que escreveu o livro de Eclesiastes coloca a questão, é de vital importância que, quando oramos a Deus, nos lembremos de que «Deus está nos céus, e nós na terra».


Devemos lembrar então a santidade de Deus, Sua justiça, Sua total e absoluta retidão. . . toda vez que nos aproximamos dEle, devemos fazê-lo «com reverência e santo temor; porque o nosso Deus é fogo consumidor» (Hebreus 12.28,29).


Essa é a maneira de orar, diz Cristo. . . nunca separar estas duas verdades. Lembre-se de que você está se aproximando do todo-poderoso, eterno, sempre bendito e santo Deus. Mas lembre também que o mesmo Deus, em Cristo, tornou-se seu Pai, que não apenas sabe todas as coisas a seu respeito porque Ele é onisciente, mas também sabe todas as coisas a seu respeito no .sentido de um pai que tudo sabe sobre seu filho. . . Junte estas duas coisas. Deus, em Sua onipotência, olha para você com santo amor e conhece cada uma de suas necessidades. . . 

Nada Ele deseja tanto como abençoá-lo, e que você seja feliz, alegre e próspero. Depois, lembre-se disto, que Ele «é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos, ou pensamos». Como seu «Pai está nos céus», Ele está muito mais disposto a abençoá-lo do que você por ser abençoado. E também não há limite a Seu poder absoluto.
    Sudies in the Sermon on the Mount, ii, p. 55,6

Jesus. . . Jesus. . . Jesus. . . – Lloyd-Jones



Acima de todos os outros fatos está o mais glorioso de todos: o próprio Jesus Cristo. São-nos dados nos Evangelhos os pormenores da Sua vida terrena, de sorte que podemos obter consolo nas horas de aflição. Sobretudo, lembremo-nos de que o Filho de Deus em pessoa andou por este mundo. Não há nada que Ele não saiba da contradição dos pecadores em contraposição a Ele. Embora sendo Ele o Filho de Deus, sabia o que era ficar cansado, ficar exausto, enfraquecer-se fisicamente, suar gotas de sangue em agonia. Sabia o que era enfrentar o mundo inteiro e todo o poder de Satanás e do inferno acumulado contra Ele. «Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, antes foi ele tentado em todas as cousas, à nossa semelhança, mas sem pecado» (Hebreus 4.15).

Não há nada que Ele desconheça da nossa fraqueza e da nossa fragilidade. A encar-nação não é mera idéia; é um fato: «E o Verbo se fez carne» (João 1.14). E em nossa agonia e fraqueza, podemos sempre voltar-nos para Ele com confiança, sabedores de que Ele nos compreende, de que Ele nos conhece e de que pode socorrer-nos. O Filho de Deus fez-se homem para fazer-se o nosso perfeito Sumo Sacerdote e para que pudesse conduzir-nos a Deus.

Minha esperança se ergue sobre o Redentor, sobre o sangue e a justiça de Cristo, o Senhor. Quando as trevas parecem Seu rosto velar, eu repouso em Sua graça imutável, sem par. Em todo temporal de um borrascoso mar, em meio a escuro véu, minha âncora me firma em Cristo, Rocha eterna, e em Sua justiça, pois qualquer outra base é areia movediça.

Assim sendo, haja o que houver, «regozijar-me-ei no Senhor, e me alegrarei no Deus da minha salvação».
From Fear to Faith, p. 7 7,8.


Orar sempre, e nunca esmorecer – M. Lloyd-Jones




Não é possível exagerar a importância da persistência. Você a descobre não somente no ensino bíblico mas também na vida de todos os heróis da fé. ... Se realmente queremos ser homens de Deus, se realmente queremos conhecê-lo, andar com Ele e experimentar aquelas ilimitadas bênçãos que Ele tem para oferecer-nos, devemos persistir em pedir-lhas dia a dia. É preciso que sintamos esta fome e sede de justiça, e então seremos fartos. E não quer dizer que seremos saciados uma vez e para sempre. Continuamos tendo fome sede. À semelhança do apóstolo Paulo, deixando as coisas que para trás ficam, prosseguimos «para o alvo.» «Não que eu o tenha já alcançado», diz Paulo, «mas prossigo» (Filipenses 3.12-14) É isso. Esta persistência, este desejo constante, pedindo, buscando e batendo. Este - temos de concordar - é o ponto em que a maioria dentre nós falha.

Apeguemo-nos, pois, a essa princípio fundamental. Examinemo-nos à luz destas Escrituras e dos quadros descritivos do cristão dados pelo Novo Testamento. Consideremos estas gloriosas promessas e perguntemo-nos: «Eu as estou experimentando?» E se verificarmos que não, como nós todos devemos confessá-lo, temos que voltar a esta grande declaração. É isso que pretendo dizer referindo-me às possibilidades. Embora eu deva começar pedindo e buscando, devo prosseguir assim até sentir consciência de progresso, de desenvolvimento e da elevação a um piano espiritual mais alto. Temos que manter-nos firmes nisso. È «combate da fé.» É «aquele que perseverar até o fim» que será salvo, neste sentido. Persistência, continuidade em fazer o bem, «orar sempre e nunca esmorecer» (Lucas 18.1).

Não orar apenas quando queremos receber uma grande bênção, e depois parar. Orar sempre. Persistência. Essa é a primeira coisa. A compreensão da necessidade, a compreensão do suprimento disponível, e a persistência em buscá-lo.

Studies in the Sermon on the Mount, ii, p. 201,2. 293




http://www.martynlloyd-jones.com

Perdoado



Eu tenho as marcas 
De quem tinha tudo para viver
Longe do altar de Deus
Longe da graça
Quem me vê assim cantando
Não sabe o que eu sofri


eu atravessei o rio
E o que passou, passou
Fui resgatado das amarras do pecado
Eu não devo nada pro inimigo
Estou coberto e lavado
Fui justificado pelo Sangue


Eu fui perdoado
Aleluia! Eu sou livre





terça-feira, 28 de junho de 2011

John Mark Mcmillan - How He Loves


He is jealous for me,
Loves like a hurricane, I am a tree,
Bending beneath the weight of his wind and mercy.
When all of a sudden,
I am unaware of these afflictions eclipsed by glory,
And I realise just how beautiful You are,
And how great Your affections are for me.


And oh, how He loves us so,
Oh how He loves us,
How He loves us all


Yeah, He loves us,
Whoa! how He loves us,
Whoa! how He loves us,
Whoa! how He loves.
Yeah, He loves us,
Whoa! how He loves us,
Whoa! how He loves us,
Whoa! how He loves.


We are His portion and He is our prize,
Drawn to redemption by the grace in His eyes,
If grace is an ocean, we’re all sinking.
So Heaven meets earth like a sloppy wet kiss,
And my heart turns violently inside of my chest,
I don’t have time to maintain these regrets,
When I think about, the way…


He loves us,
Whoa! how He loves us,
Whoa! how He loves us,
Oh how He loves.
Yeah, He loves us,
Whoa! how He loves us,
Whoa! how He loves us,
Whoa! how He loves.


Well, I thought about You the day Steven died,
And You met me between my breaking.
I know that I still love You, God, despite the agony.
...They want to tell me You're cruel,
But if Stephen could sing, he'd say it's not true, cause...


Cause He loves us,
Whoa! how He loves us.
Whoa! how He loves us.
Whoa! how He loves.
Yeah, He loves us,
Whoa! how He loves us,
Whoa! how He loves us,
Whoa! how He loves.

Thanks to Meagan for these lyrics

Thanks to ash for these lyrics
Thanks to Drew for these lyrics

Thanks to Brandon for these lyrics

Thanks to Traci Mitchell for these lyrics 



Encontrei o grande amor







Encontrei o grande amor, 
amor que sara a dor
que cura as feridas e traz sentido á vida;
amor que aquece a alma,
conforta e acalma o coração afilito
e o faz alcançar a paz.


Amor verdadeiro encontrei em ti, Jesus,
que foi demonstrado ali na cruz;
amor lindo e puro, amor tão sincero,
que não se mede, nem se pode comparar.


Amor incomparavel que faz meu Jesus
morrer inocente naquela cruz.
amor que é mais forte que a propria morte,
que me salvou;
como agradecer esse tão grande amor? 
e como expressar com palavras, Senhor. 
teu sacrificio marcado de dor, 
por mim pecador? 


Grande Amor

Grande amor,
Ó grande amor
É o amor de Deus
Este amor, que habita em mim
Pela fé em Deus

Como posso compreender
A grandeza do amor de Deus
Que profundo é este grande amor
Que preenche todo o meu ser

Grande amor
É o amor de Deus
Que exede todo saber
Ó que sublime
Não posso compreender
Porque me amou sem merecer.

Quando tudo parece acabar
E a esperança desvanecer
Quando a fé parece naufragar
E o dia escurecer

Mesmo assim confio neste amor
Que é mais forte que a própria morte
As muitas águas não podem apagar
Nem os rios o afogarão

Grande amor
É o amor de Deus
Que exede todo saber
Ó que sublime
Não posso compreender
Porque me amou sem merecer.

Oséias 2. 16-23

E naquele dia, diz o SENHOR, tu me chamarás: Meu marido; e não mais me chamarás: Meu senhor.
E da sua boca tirarei os nomes dos Baalins, e não mais se lembrará desses nomes.
E naquele dia farei por eles aliança com as feras do campo, e com as aves do céu, e com os répteis da terra; e da terra quebrarei o arco, e a espada, e a guerra, e os farei deitar em segurança.
E desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias.
E desposar-te-ei comigo em fidelidade, e conhecerás ao SENHOR.
E acontecerá naquele dia que eu atenderei, diz o SENHOR; eu atenderei aos céus, e estes atenderão à terra.
E a terra atenderá ao trigo, e ao mosto, e ao azeite, e estes atenderão a Jizreel.
E semeá-la-ei para mim na terra, e compadecer-me-ei dela que não obteve misericórdia; e eu direi àquele que não era meu povo: Tu és meu povo; e ele dirá: Tu és meu Deus!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

2 Coríntios 5










Almeida Corrigida e Fiel


Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus.
E por isso também gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação, que é do céu;
Se, todavia, estando vestidos, não formos achados nus.
Porque também nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos carregados; não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida.
Ora, quem para isto mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu também o penhor do Espírito.
Por isso estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor
(Porque andamos por fé, e não por vista).
Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor.
Pois que muito desejamos também ser-lhe agradáveis, quer presentes, quer ausentes.
Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal.
Assim que, sabendo o temor que se deve ao Senhor, persuadimos os homens à fé, mas somos manifestos a Deus; e espero que nas vossas consciências sejamos também manifestos.
Porque não nos recomendamos outra vez a vós; mas damo-vos ocasião de vos gloriardes de nós, para que tenhais que responder aos que se gloriam na aparência e não no coração.
Porque, se enlouquecemos, é para Deus; e, se conservamos o juízo, é para vós.
Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram.
E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.
Assim que daqui por diante a ninguém conhecemos segundo a carne, e, ainda que também tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já não o conhecemos deste modo.
Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação;
Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.
De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus.
Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.


Uma Palavra Mágica - J. I. Packer






A palavra reforma é mágica para meu coração, assim como sei que é para o seu. Dizemos reforma e imediatamente pensamos naquela época heróica do século dezesseis em que tantos eventos portentosos se deram que ainda chamejam em nossa imaginação.

Nossa Herança da Reforma

Pensamos, por exemplo, em Martinho Lutero pregando suas noventa e cinco teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, desafiando, conforme transpareceu, todo o sistema religioso do seu tempo. Pensamos em Lutero em Worms uns anos após, enfrentando o sagrado imperador romano e sendo ordenado a retirar seus desafios e seu testemunho da justificação pela fé.

A resposta famosa que deu ao imperador, aos nobres e aos dignitários eclesiásticos da Europa central foi essa: "A não ser que os senhores me provem pela Escritura e pela razão que eu estou errado, não poderei e não me disporei a voltar atrás. Minha consciência está sujeita à Palavra de Deus. Ir contra a consciência não é direito nem seguro. Aqui fico. E que Deus me ajude. Amém". Essas palavras magníficas têm ecoado até nós através dos séculos, e com justiça.

Lutero manteve-se firme em sua fé. Traduziu a Bíblia para o alemão e pregou e escreveu incansavelmente para difundir a mensagem do evangelho. Tornou-se o pioneiro da reforma. Seu nome certamente será honrado enquanto durar a História.

Lembramo-nos também de João Calvino, aquele erudito recatado que só queria ser um homem de letras que estivesse lendo e escrevendo livros durante a vida inteira. Mas o feroz Guillaume Farel de barba ruiva lhe disse que ele precisava se estabelecer em Genebra para ali tomar parte no trabalho da Reforma, e ele fez isso. Com apenas quatro horas de sono por noite, não só pregava sermões diariamente e se desincumbia de suas responsabilidades pastorais, como também labutava com a caneta, produzindo entre outras obras-primas as Institutas, essa grande declaração cristã que para muitos de nós ainda está numa classe à parte. Também escreveu comentários sobre a maioria dos livros da Bíblia, estabelecendo novos e elevados padrões de exposição fiel. Calvino faleceu aos cinqüenta e cinco anos, completamente esgotado — outro dos heróis de Deus.

Também nos vem à memória João Knox, obrigado a passar uns dois anos como escravo remador de galé por causa de suas atividades como reformador, e finalmente recompensado por algumas semanas extraordinárias durante as quais praticamente toda a Escócia aderiu à Reforma. De um dia para outro a Escócia tornou-se a nação tenazmente protestante que tem sido desde então.

Os mártires ingleses também nos vêm ao pensamento. Pelo mérito destaca-se em primeiro lugar William Tyndale, que desafiou o rei traduzindo a Bíblia. E acabou condenado à fogueira na Bélgica porque Henrique VIII alertou a Europa toda de que ele precisava ser morto.

Depois houve Thomas Cranmer, o arcebispo de Henrique em Cantuária, que aguardou até ser possível produzir uma confissão de fé reformada e um livro de orações reformado para a Igreja Anglicana. Mas cedo demais Eduardo VI, seu patrocinador real neste empreendimento, morreu, e Mary tornou-se rainha. Ela decidia levar a Inglaterra de volta à Roma. Mandou à fogueira uns 330 protestantes ingleses, incluindo cinco bispos — e Cranmer foi um deles. Jogaram-no na prisão, onde ele foi colocado sob pressão intolerável — hoje daríamos a isso o nome de lavagem cerebral. Por causa da pressão extrema, Cranmer retratou-se de suas convicções protestantes, assinando seis documentos nesse sentido poucos dias antes de morrer na fogueira. Tinham-lhe dito que se assinasse seria perdoado. Quando descobriu no dia seguinte que seria queimado vivo assim mesmo, passou a noite em claro retratando-se por escrito daquela primeira retratação. Leu isso em voz alta na Igreja de Saint Mary, em Oxford, na presença de seus acusadores estupefatos, que logo apressaram sua saída para a fogueira. Morreu estendendo a mão direita às chamas, assim cumprindo uma promessa daquela sua última fala: "E posto que minha mão ofendeu, escrevendo contrário a meu coração, minha mão será punida primeiro por isso; pois seja eu levado ao fogo, será queimada primeiro".

Estes casos de heroísmo cristão continuam vivos, assim como continuam preciosas as verdades pelas quais esses reformadores viveram e morreram. Então quando dizemos a reforma, naturalmente pensamos nos eventos e damos graças a Deus por eles. As riquezas de sabedoria entesouradas na teologia dos Reformadores são mais do que já temos dominado hoje, e a força altruísta do testemunho à verdade desses Reformadores nos é uma inspiração constante. É deles a fé pela qual eu vivo e pela qual espero morrer, e eu confio que isto seja verdade para você também. Graças a Deus pela Reforma!

domingo, 26 de junho de 2011

Estudo sobre o livro de Romanos (em PDF)

Tenho grande prazer em, finalmente, anunciar a publicação do estudo do livro de Romanos em formato PDF. Apenas solicito que não cobre ou altere o conteúdo em nenhuma forma. Espero que posso edificar cada um de vocês. Você não só pode, como deve, distribuir para seus contatos e sua igreja. Senhor foi muito generoso em me chamar para tal tarefa de tradução e organização desse conteúdo. 

Você pode ler os estudos abaixo, ou ir para outra página para download clicando nas imagens acima.





Estudo de Romanos_parte 1






Estudo de Romanos_parte 2




sábado, 25 de junho de 2011

Ton nom

De l'aube au couché du soleil
Tes splendeurs nous émerveillent
Et notre cœur d'enfant répond
En glorifiant ton nom

Ton nom
Comme une tour aux quatre vents
Ton nom
Nous rend fort à chaque instant
Ton nom
Que tous les peuples entonnent un chant
Car aucun autres noms n'est plus grand
Que ton nom

Jésus, fortifie nos cœurs
Par ta grâce et ta splendeur
Car c'est en toi que nous prions
Viens glorifier ton nom



glorifie ton nom

N'est-il point d'autre choix
Devant la coupe
Que celui de marcher sur cette route
Ce chemin de douleur
De peine et de malheur
N'y a-t-il rien que ce chemin de croix
Mon âme est dans l'effroi
Et dans le doute
Mais je sais
Que ton coeur de Père écoute
Chacun de mes soupirs
Mes peurs et mon désir
De satisfaire à ta prière en moi



Glorifie ton Nom sur cette terre
Manifeste en moi
La sainteté de ton pardon
Je m'abandonne entre tes mains
Et puisque la vie t'appartient
Qu'il en soit fait de moi
Selon les voies de ton amour divin

Combien de fois pourtant
J'ai vu ta grâce
Lorsque je demeurais devant ta face
Mais là dans ce jardin
Il ne reste plus rien
Que le fardeau
De tous les maux du monde 
Aucun pour partager
De ma souffrance
Le sang de l'agonie et de l'absence
Voici venue mon heure
Viens soulager mon coeur
Mon Dieu
Mon sort est en Toi maintenant



Glorifie ton Nom sur cette terre
Manifeste en moi
La sainteté de ton pardon
Je m'abandonne entre tes mains
Et puisque la vie t'appartient
Qu'elle soit lumière en moi
Un chant de joie
Jusqu'au-delà des temps

Et que le monde voie
Briller en moi
La gloire
Que ta grâce m'a donnée




sexta-feira, 24 de junho de 2011

Je lève les yeux


Je lève les yeux vers les montagnes
D’où me viendra le secours
Le secours me vient
De l’éternel
Qui a fait les cieux et la terre
Le secours me vient
De l’éternel
Qui a fait les cieux et la terre


Je lève les yeux vers les montagnes
D’où me viendra le secours
Le secours me vient
De l’éternel
Qui a fait les cieux et la terre
Le secours me vient
De l’éternel
Qui a fait les cieux et la terre


(Il est mon Dieu)


Il ne dort ni ne sommeille
Celui qui garde Israël
Il ne dort ni ne sommeille
L’Eternel me gardera
Il ne dort ni ne sommeille
Il gardera mon pied de tout mal
Il ne dort ni ne sommeille
L’Eternel gardera mon âme


Chorus till fade
Je lève les yeux vers les montagnes
D'où me viendra le secours
Le secours me vient
De l'éternel
Qui a fait les cieux et la terre


(Il est mon Dieu)


Speak to me





I want to be, where you are.
I want to know, who you are.
So when you call my name,
I'll say to you "here I am."
I'm listening Lord, speak to me.


I want to see, how you see.
Change my heart Lord, and make me holy.
If there's anything in my life,
That doesn't honor you tonight.
I'm listening Lord, speak to me.
Speak to me...


I want to be, where you are.
I want to know Lord, who you are.
So when you call my name,
I'll say to you "here I am."
I'm listening Lord, speak to me.


I want to see, how you see.
Change my heart Lord, and make me holy.
If there's anything in my life,
That doesn't honor you tonight.
I'm listening Lord, speak to me.
Speak to me...

Les cieux proclament



Les cieux proclament
La gloire du ressuscité
Rien n’est égal
A la bonté du Seigneur


A jamais tu seras
L’Agneau sur le trône
Je fléchis les genoux
Pour t’adorer toi, Jésus


Je veux chanter
La gloire du ressuscité
L’agneau immolé
Nous a racheté pour Dieu

Quem pode dizer “Se Deus é por nós quem será contra nós”? - Josemar Bessa





“Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica”


Justificar é muito mais que absolver. Na justificação há uma resposta adequada para cada acusação, um indenização completa por cada demanda que pesa sobre os filhos (Eleitos) de Deus, um recibo para cada dívida mostrando: Quitado! Quão gloriosa é a justificação que temos em Cristo. Mas isto que falamos não compreende tudo o que a justificação significa.


Justificar é muito mais do que perdoar e absolver. Ela dá uma justiça que a absolvição simples não poderia prover. Alguns são absolvidos por falta de provas, outros são honrosamente absolvidos... mas ninguém sai de um tribunal com as honras que Deus consede aos seus eleitos ao justificá-los: “Assim disse Hamã ao rei: Para o homem, de cuja honra o rei se agrada, Tragam a veste real que o rei costuma vestir, como também o cavalo em que o rei costuma andar montado, e ponha-se-lhe a coroa real na sua cabeça” ( Ester 6.8).


Viu o que Assuero fez a Mordecai? Quando Deus justifica um homem Ele não apenas o absolve, mas coloca-lhe um manto de justiça, um manto real, no qual ele pode estar diante de Deus como um santo, impecável em obediência – na obediência gloriosa do Seu Filho Amado. Recebem uma coroa de justiça: “E ao redor do trono havia vinte e quatro tronos; e vi assentados sobre os tronos vinte e quatro anciãos vestidos de vestes brancas; e tinham sobre suas cabeças coroas de ouro.” – “E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; E para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.” (Ap 4.4; 5.9,10).


Que glória há nesta verdade, você e eu, se fomos eleitos, se estamos no Reino, se fomos chamados eficazmente, se fomos regenerados, se cremos no Filho de Deus, se fomos justificados, embora em nós mesmos sejamos criminosos vis e culpados – agora aos olhos de Deus não somos mais apenas “não culpados” – somos vistos debaixo da justiça de Cristo – com uma justiça gloriosa, imaculada, sem ruga...


Como nossas mentes poderiam não se encher com este mistério infinito e gerar eterna e santa admiração parecendo ser nossa justificação algo grande demais para ser verdade? Como não viver cheio de um inesgotável regozijo? Como precisar de qualquer outro estímulo que nos leve a completa adoração?


Um criminoso culpado que mesmo assim recebe perdão, sai do tribunal com a cabeça baixa diante da multidão – com desejo de não encontrar ninguém que esteve naquele tribunal nunca mais – com grande senso de vergonha... Mas ser coberto por um manto de justiça diante dos olhos de um Deus infinitamente Santo é algo inacreditável demais! Se levantar como um filho amado, sem mancha, ruga... isso excede a todo pensamento humano agora e na eternidade. Nem homens nem anjos podem compreender isso completamente.


Houvesse uma ruga, uma mácula e não poderíamos estar naquele dia diante de Deus – Seus olhos santos não podem descansar sobre qualquer imperfeição. Qualquer imperfeição ou mancha faz acender sua Ira.


“Quem os condenará?”


A Lei nos condena justamente e nossas próprias consciências nos condenam. Apesar disso o apóstolo Paulo levanta sua voz de maneira inabalável e inamovível e declara: “Quem os condenará?” – Olhe ao seu redor e não será difícil encontrar um mundo de condenação sobre os eleitos de Deus – Podem ser condenados por se apegarem a uma  doutrina que por não ser antropocêntrica, será taxada como “sem amor” – doutrinas perigosas – intolerantes – preconceituosos – apegados a uma falsa verdade absoluta (acusação feita por um mundo de mentiras e ‘verdades’ pessoais’), por não serem maleáveis, por serem orgulhoso por causa das doutrinas da graça ( Quando na verdade eles são ofensivas por humilhar o homem)... Condenados! O Filho de Deus neste mundo foi condenado a morte.


Onde está a mente dos eleitos? A pergunta final é: Será que Deus os condenará? Será que Ele condenaria as Doutrinas que Ele revelou? Condenaria as experiências (regeneração, santificação...) que Ele mesmo operou por meio de Seu Espírito? Condenaria a vida que agora vivem na fé no Seu Filho amado? Por entrarem pela porta estreita que Ele providenciou e o caminho estreito que ele abriu?...


Mesmo a condenação de uma Lei Santa e uma consciência sensível não prevalecerá. E por que não? Porque Cristo morreu! Esta é a resposta toda suficiente sobre a vida dos eleitos de Deus. Do começo ao fim o apóstolo fala sobre a cooperação das obras. Ele tem apenas duas respostas – “É Deus quem os Justifica” – Para os que ousam condená-los sua resposta é: “É Cristo que morreu” – Todos os acusadores na corte de Deus, na corte do Universo criado, ficam mudos.


Os eleitos receberam um novo coração para amar e obedecer alegremente a Deus aqui. Se sujeitar como Cristo em tudo se sujeitou ao Pai em obediência até a morte. Serãoinevitavelmente santificadosvencerão o mundoperseverarão até o fim no poder do Espírito, e por fim, serão glorificados. Nenhum desses passos faltará na vida de todos os eleitos de Deus. Todos os filhos de Deus se purificarão assim como ele é puro e buscarão dia e noite a santificação sem a qual ninguém verá a Deus, pois é o Espírito que opera isso neles; tanto o desejar como o efetuar.


Porque Deus justifica seus eleitos só eles podem dizer: “Se Deus é por nós quem será contra nós?” – É estranho como muitos gostam de ao mesmo tempo negar as doutrinas da graça – predestinação, eleição... e ainda assim citar esse verso. Mas não podem – O texto é claro sobre quem diz isto: “E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou. Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” – Por que podem dizer isto? Porque “quem os condenará se é Deus quem os justifica?”